Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos Aliviarei tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou Manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas Almas. Mt: 11:28
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Os que não são cristãos tem dificuldade em acreditar que
estamos vivendo nos últimos dias da história de esta Terra. A Bíblia diz em
2 Pedro 3:3-4 “Sabendo primeiro isto,
que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas
próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque
desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio
da criação.” A vinda do anticristo é um sinal do fim. A Bíblia diz em
1 João 2:18 “Filhinhos, esta é a última
hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm
levantado; por onde conhecemos que é a última hora.”
Que disse Jesus sobre quando o fim do mundo chegaria? A
Bíblia diz em Mateus 24:14 “E este
evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as
nações, e então virá o fim.”
Nos últimos dias haverá homens fazendo-se passar por Jesus
para nos enganar, A Bíblia diz em Mateus 24:23-24 “Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não
acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão
grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os
escolhidos.”
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. A Bíblia diz em
Mateus 24:29-30 “Logo depois da
tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as
estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no
céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e
verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.”
Em que condição moral estará a nossa sociedade nos últimos
dias? A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:1-5
“Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os
homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos,
blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural,
implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores,
atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo
aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também desses.”
Um aumento em conhecimento e habilidade de viajar é um sinal
dos últimos dias. A Bíblia diz emDaniel 12:4 “Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do
tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.”
Que outros sinais dos últimos dias menciona a Bíblia? A
Bíblia diz em Lucas 21:25-26 “E
haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das
nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Os homens desfalecerão
de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os
poderes do céu serão abalados.”
Conversações sobre paz e segurança é outro sinal dos últimos
dias. A Bíblia diz em
1Tessalonicenses 5:2-3 “Porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como
vem o ladrão de noite; pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então
lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está
grávida; e de modo nenhum escaparão.”
Que devem as pessoas fazer quando veem estes sinais? A Bíblia
diz emMateus 24:42-44 “Vigiai,
pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; sabei, porém, isto: se o
dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e
não deixaria minar a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos; porque
numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.”
Alguns dos nomes de Deus dizem respeito a Ele como sujeito: Jeová, Senhor, Deus; outros são atribuídos como predicados que falam dele ou a Ele, como: Santo, justo, bom, etc. Alguns nomes expressam a relação entre Deus e as criaturas: Criador, Sustentador, Governador, etc. Alguns nomes são comuns às três pessoas, como; Jeová, Deus, Pai, Espírito. E outros são nomes próprios usados para expressarem Sua obra e Seu caráter.
O nome de Deus é o que Ele é: representação do Seu caráter. Mas o Criador é tão grande que nome algum jamais será adequado à Sua grandeza. Se o céu dos céus não O pode conter, como pode um nome descrever o Criador? Portanto, a Bíblia contém vários nomes de Deus que O revelam em diferentes aspectos de Sua maravilhosa personalidade.
ELOÌM
Este é o primeiro nome de Deus encontrado nas Escrituras (Gênesis 1:1), e aqui o nome encontra-se em sua forma plural, mas o verbo continua no singular, indicando a pluralidade das pessoas na unidade do Ser. Este nome denota a grandeza e o poder de Deus. Este nome encontra-se somente no relato da criação (Gênesis 1:1-2:4); é o Seu nome de criação. Eloím é sempre traduzido no português, como Deus em nossa Bíblia. De acordo com a opinião mais ponderada entre os estudiosos, esta palavra é derivada duma raiz na língua árabe que significa “adorar”. Esta opinião é fortalecida quando observamos que a mesma palavra é usada inapropriadamente para anjos, dos homens, e falsas divindades. No Salmo 8:5 a palavra anjos é eloím no texto original, e vemos que certas vezes os anjos são impropriamente louvados. No Salmo 82:1,6 eloím é traduzido deuses, e é usado para homens. Em Jeremias 10:10-12 temos o verdadeiro Deus (eloím) contrastado com os “deuses” (eloím) que não fizeram os céus nem a terra, implicando assim que ninguém, não ser Deus, é objeto próprio de adoração.
EL-SHADAI
Este nome composto é traduzido “Deus o Todo poderoso” (El é Deus e Shadai é Todo poderoso). O título El é Deus no singular, e significa forte ou poderoso. El é traduzido 250 vezes no Velho Testamento como Deus. Este título é geralmente associado com algum atributo ou perfeição de Deus, como; Deus Todo poderoso (Gênesis 17:3); Deus Eterno (Gênesis. 21:33); Deus zeloso (Êxodo 20:5); Deus vivo (Josué 3:10). Shadai,
sempre traduzido Todo-poderoso, significa suficiente ou rico em recursos. Pensa-se que a palavra é derivada duma outra que significa seios. A palavra seio nas Escrituras simboliza bênção e nutrição. Na pronúncia da última bênção de Jacó sobre José quando morria, entre outras coisas disse: “Pelo Deus (El) de teu pai o qual te ajudará, e pelo Todo-poderoso (Shadai), o qual te abençoará com bênçãos dos céus de cima, com bênçãos do abismo que está debaixo, com bênçãos dos peitos e da madre”. Gênesis 49:25. Isaías, ao descrever a excelência futura e as bênçãos de Israel, diz: “E mamarás o leite das nações, e te alimentarás dos peitos dos reis; e saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, e o teu Redentor, o Possante de Jacó”. Isaías 60:16. O povo de Deus será sustentado pelos recursos das nações e dos reis porque seu Deus é El-Shadai – O poderoso para abençoar.
Satanás tenta competir com Deus e é um falsificador de Suas obras. Portanto, podemos esperar encontrar nas religiões pagãs imitações de Deus em vários aspectos de seu caráter e governo. Este fato é bem demonstrado na seguinte citação tirada do livro de Nathan J. Stone concernente aos nomes de Deus no Velho Testamento.
“Tal conceito de um deus ou divindade não era estranha nem incomum aos antigos. Os ídolos dos antigos pagãos são às vezes chamados por nomes que indicam seu poder em suprir as necessidades dos seus adoradores. Sem dúvida, porque eram considerados como grandes agentes da natureza ou dos céus, dando chuva, fazendo com que da terra brotassem águas, para trazer abundância e frutos para manter e nutrir a vida. Havia muitos ídolos com peitos, adorados entre os pagãos. Um historiador mostra que o corpo inteiro da deusa egípcia, Isis, era coberto de peitos, porque todas as coisas são sustentadas e nutridas pela terra ou natureza. O mesmo se vê com a deusa Diana dos efésios no capítulo 19 de Atos, pois Diana simbolizava a natureza e todo o mundo, com todos os seus produtos.
Este nome de Deus primeiramente aparece em conexão com Abrão. Gênesis 17:1-2. Anos antes e em diferentes ocasiões, Deus prometera a Abraão que faria dele uma grande nação e uma numerosa descendência. Os anos se passaram e o filho prometido a Sara e Abrão não vinha. Foi então que ele recorreu aquele expediente carnal que trouxe Ismael e o Islamismo ao mundo. E a promessa de Deus ainda não havia se cumprido. E agora, de acordo com as leis da natureza, era muito tarde: Abrão contava com 99 anos de idade e Sara com 90. A esta altura é que Deus lhe aparece como o Deus Todo-poderoso (El-Shadai) e repete Sua promessa. E aqui é que seu nome foi mudado de Abrão a Abraão, que significa “pai de muitas nações”. Aqui temos uma promessa desconcertante, mas Abraão não vacilou, pois ele “era forte na fé, dando glória a Deus”. Romanos 4:20. A fé forte de Abraão era baseada sobre esta nova revelação de Deus como Deus Todo-poderoso (El-Shadai). “Ele não considerou mais seu corpo como morto… nem a madre de Sara como infrutífera”; pois seus pensamentos estavam sobre um Deus Todo-suficiente. Esta é uma bela ilustração da diferença entre a lei da natureza e o Deus da natureza. As leis da natureza não podiam produzir um Isaque, mas isto não era problema para o Deus da natureza. Não importa, se todas as coisas forem contra Deus; Ele é Todo-suficiente nele mesmo.
ADONAI
Este nome de Deus está no plural, denotando assim a pluralidade das pessoas na Divindade. É traduzido como Senhor em nossa Bíblia e denota uma relação de Senhor e escravo. Quando usado no possessivo, indica a posse e autoridade de Deus. A escravidão é uma bênção quando Deus é o Dono e Senhor. Nos dias de Abraão, a escravidão era uma relação entre homem e homem e não era um mal implacável. O escravo comprado tinha a proteção e os privilégios não gozados pelos empregados assalariados. O escravo comprado devia ser circuncidado e tinha permissão de participar da Páscoa. Êxodo 12:44.
Esta palavra no singular (Adon) refere-se a homem mais de duzentas vezes no Velho Testamento e é traduzida várias vezes como; Senhor, Mestre, Dono. Este nome de Deus é usado pela primeira vez no Velho Testamento em conexão com Abraão. Abraão foi o primeiro a chamar Deus de Adonai. Abraão como dono de escravos reconhecia Deus como seu mestre e proprietário. Quando Abraão retorna da sua vitória sobre os reis, depois de ter libertado Ló, o rei de Sodoma queria gratificá-lo, mas ele recusou recompensas. E “depois destas coisas veio a palavra do Senhor (Jeová) a Abraão dizendo: “Não temas, Abraão, Eu sou teu escudo e tua grande recompensa, e Abraão disse: Senhor Deus” (Adonai Jeová). Ele que possuía escravos reconhecia a si próprio como escravo de Deus. JEOVÁ
Este é o mais famoso dentre os nomes de Deus e é predicado dele como um Ser necessário e auto-existente. O significado é: AQUELE QUE SEMPRE FOI, SEMPRE É E SEMPRE SERÁ. Temos assim traduzido em Apocalipse 1:4: “Daquele que é, e que era, e que há de vir”.
Jeová é o nome pessoal, próprio e incomunicável de Deus. No Salmo 83:18 lemos: “Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome Jeová, és o Altíssimo sobre toda a terra”. Os outros nomes de Deus são às vezes empregados a criaturas, mas o nome Jeová é usado exclusivamente para o Deus vivo e verdadeiro.
Os judeus tinham uma reverência supersticiosa por este nome e não o pronunciavam quando na leitura, antes o substituíam por Adonai ou Eloím. Este é o nome de Deus no concerto com o homem. Este nome aparece aproximadamente sete mil vezes e na maioria é traduzido como “Senhor”. Como já dissemos ele inclui todos os tempos; passado, presente e futuro. O nome vem de uma raiz que significa “Ser.”
A. W. Pink tem comentários esclarecedores sobre a relação entre Eloim e Jeová em seu livro: A Inspiração Divina da Bíblia, e citamos: “Os nomes Eloim e Jeová são encontrados nas páginas do Velho Testamento diversas mil vezes, mas nunca são usados de modo negligente nem alternadamente. Cada um destes nomes tem um propósito e significado definido, e se os substituirmos um pelo outro a beleza e a perfeição de muitas passagens seriam destruídas. Como ilustração: A palavra “Deus” aparece em todo o capítulo de Gênesis 1, mas “Senhor Deus” no capítulo 2. Se nestas duas passagens os nomes fossem invertidos; falha e defeito seriam o resultado. “Deus” é o título de criação, enquanto que “Senhor” implica relação de concerto e mostra Deus tratando com Seu povo. Portanto, em Gênesis 1, “Deus” é usado, no capítulo 2 “Senhor Deus” é empregado e através do resto do Velho Testamento estes dois nomes são usados discriminadamente e em harmonia com seus significados neste dois primeiros capítulos da Bíblia. Um ou dois exemplos serão o suficiente. “E entraram para Noé na arca, dois a dois de toda carne que havia espírito de vida. E os que entraram, macho e fêmea de toda carne entraram, como Deus (Eloím, C. D. Cole) lhe tinha ordenado; “Deus”, porque era o Criador exigindo o respeito de Suas criaturas; mas no restante do mesmo versículo, lemos: “e o Senhor (Jeová, C. D. C.) fechou-a por fora, (Gênesis 7:15-16) isto porque a ação de Deus para com Noé estava baseado na relação de concerto. Quando saiu para enfrentar Golias, Davi disse: “Neste dia o Senhor (Jeová) te entregará na minha mão (porque Davi tinha um concerto com Deus) e ferir-te-ei, e te tirarei a cabeça, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves dos céus e às bestas da terra; e toda a terra saberá que há Deus (Eloím) em Israel; E saberá toda esta congregação (que estava em relação de concerto com Ele) que o Senhor (Jeová) salva não com espada nem com lança”. 1 Samuel 17:46-47. Mais uma vez: “Sucedeu pois que, vendo as capitães dos carros a Josafá disseram: É o rei de Israel e o cercaram para pelejarem, porém Josafá clamou, e o Senhor (Jeová) o ajudou. E Deus (Eloim) os desviou dele”. 2 Crônicas 18:31. E assim temos exemplos através todo o Velho Testamento.
OS TÍTULOS DE JEOVÁ
O nome Jeová é muitas vezes usado de modo composto com outros nomes para apresentar o verdadeiro Deus em algum aspecto de Seu caráter, satisfazendo certas necessidades de Seu povo. Existem quatorze destes títulos de Jeová no Velho Testamento, mas neste volume não há espaço para se tratar de cada um separadamente. Teremos que nos satisfazer com uma apresentação dos títulos e algumas referências onde são usados:
1.TEOS. No Novo Testamento grego este é geralmente o nome de Deus, e corresponde a Eloim no Velho Testamento hebraico. É usado para todas as três pessoas da Trindade, mas especialmente para Deus, o Pai.
2.PATER. Este nome corresponde ao Jeová do V. T., e denota a relação que temos com Deus através de Cristo. É usado para Deus duzentas e sessenta e cinco vezes e é sempre traduzido como Pai.
3.DÉSPOTES. (Déspota no português). Este título denota Deus em Sua soberania absoluta, e é semelhante a Adonai do V. T. Encontramos este nome apenas cinco vezes no N. T., Lucas 2:29; Atos 4:24;2 Pedro 2:1; Judas 4; Apocalipse 6:10.
4.KÚRIOS. Este nome é encontrado centenas de vezes e traduzido como; Senhor (referendo a Jesus), senhor (referendo ao homem), Mestre (referendo a Jesus), mestre (referendo ao homem) e dono. Em citações do hebraico usa-se muitas vezes em lugar de Jeová. É um título do Senhor Jesus como mestre e dono.
5. CHRISTUS. Esta palavra significa o Ungido e é traduzida Cristo. Deriva-se da palavra “chrio” que significa ungir. É o nome oficial do Messias ou Salvador que era por muito tempo esperado. O N. T. utiliza este nome exclusivamente referindo-se a Jesus de Nazaré.
Destes nomes todos do Ser Supremo, aprendemos que Ele é o Ser eterno, imutável, auto-existente, auto-suficiente, todo-suficiente e é o supremo objeto de temor, confiança, adoração e obediência.
Obviamente Jesus não é filho, literalmente falando, de Davi, que viveu cerca de 1000 anos antes que Cristo nascesse em Belém. Jesus é filho de Maria, concebido por obra do Espírito Santo, como lemos em Lucas:1;26 seguintes. O título "filho de Davi" é dado a Jesus primeiro de tudo por causa da sua genealogia, isto é, ele é parente de Davi, descende de Davi.
Essa descendência é sublinhada pelo Evangelho de Mateus. O primeiro Evangelho começa exatamente assim: "Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão" (Mateus:1;1).
Mais importante do que essa 'razão' natural, é a razão teológica que existe por trás desse título dado ao Messias. Davi é o rei a quem é feita uma promessa, através de Natã, que perpassa toda a Bíblia: "A tua casa e a tua realeza subsistirão para sempre diante de ti, e o seu trono se estabelecerá para sempre" (2 Samuel:7;16). De fato, a genealogia proposta por Mateus no primeiro capítulo do seu Evangelho, está baseada nesta promessa. Foi estruturada em 3 grupos de 14 gerações: de Abraão até Davi, de Salomão até o Exílio em Babilônia e da volta do Exílio até Jesus, em quem se realiza a promessa de um "trono" estabelecido para sempre. É verdade que esse rei, Jesus, é completamente diferente daquele imaginado em base ao modelo de Davi.
O número 14 na genealogia de Mateus ganha valor ainda mais especial se consideramos que as letras hebraicas que compõe o nome de Davi, somadas, dão o valor 14. Desse modo Mateus mostra como Davi, o seu nome e a sua promessa caracterizam a vida desde Abraão até Jesus. Porque o cego Bartimeu chamou Jesus de Filho de Davi?
Muitas perguntas já foram respondidas a respeito deste milagre de Jesus: a cura do cego Bartimeu. Mas sempre descobrimos elementos novos que o espírito do Senhor suscita na mente daqueles que leem o texto da narrativa do milagre. Pergunta-se com frequência por que o cego não grita por Jesus de Nazaré em vez de Jesus filho de Davi.
Se percorrermos o texto do Novo Testamento, vamos encontrar a expressão dada a Jesus como “filho e Davi”, não somente nestes de (Mt 20,29-34)(Mc 10, 46-52)(Lc 18,35-43), mas em outros dezessete versículos do Novo Testamento que descrevem Jesus como “filho de Davi”.
Devido a este fato surge para os estudiosos da Bíblia uma pergunta contrastante: como Jesus poderia ser o “filho de Davi”, se o Rei Davi viveu 1000 anos antes de Jesus de Nazaré.
A explicação vem do próprio texto do Antigo Testamento em (2 Sm 7,14-16) 14 Eu lhe serei pai, e ele me será filho. E, se vier a transgredir, castigá-lo-ei com vara de homens, e com açoites de filhos de homens; 15 mas não retirarei dele a minha benignidade como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. 16 A tua casa, porém, e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre. (2 Sm 7,14-16)
Jesus era o Messias prometido e esperado desde o Antigo Testamento, o que significa que Ele era da descendência de Davi. O povo Judeu acreditava que o Messias teria a descendência de Davi.
O evangelho de Mateus, escrito em Jerusalém para a comunidade Judaica, logo no primeiro capítulo mostra a descendência de Jesus o Messias. Mateus utiliza a prova genealógica para mostrar que Jesus na sua humanidade era da descendente direta de Davi por intermédio de José, o pai legal de Jesus.
Em Lucas encontramos a genealogia de Jesus no capítulo 3, seu texto mostra a linhagem de Jesus através de Sua mãe, Maria. A descendência de Davídica de Jesus vem por adoção com José e pelo sangue através de Maria. Porém, quando o texto se refere a Cristo como o filho de Davi, a intenção é de dar a Ele um título messiânico já citado nas profecias do Antigo Testamento.
Este título “Senhor, filho de Davi” é dado a Jesus várias vezes por pessoas que, pela fé, iam ao encontro de Jesus buscando ora o perdão de seus pecados ou a cura de seus males. Recordamos alguns:
Em Mateus 15,22 o fato da mulher cuja filha estava sendo atormentada por um demônio.
Em Mateus 20,30 o fato os dois homens cegos à beira do caminho
Todos estes episódios mostram que existe um clamor ao filho de Davi pedindo a cura e ajuda.
Portanto a exclamação "Senhor" saída da boca destes que pedem a cura mostra que acreditavam na divindade e no poder de Jesus.
E na exclamação que proferiam, “filho de Davi” , demostravam fé em Jesus e que Ele era o Messias esperado.
O descaso dos Judeus pelo título dado a Jesus “filho de Davi”.
Os Fariseus muito bem compreendiam o significado deste termo, mas ao contrário dos outros que tinham fé eles estavam cegos, pelo próprio orgulho e falta de compreensão Bíblica, na realidade messiânica.
Foram os pobres, os mendigos, os cegos, aleijados etc..., que reconheceram que o messias estava ali.
Então, os Fariseus quando ouviram o povo saudando Jesus como o Messias, ficaram enfurecidos (Mateus 21,15) e planejaram matá-lo o mais breve possível. (Lucas 19,47).
“Os chefes dos sacerdotes e dos escribas procuravam fazê-lo perecer, bem como os chefes do povo. 48 Mas não encontravam o que fazer, pois o povo todo o ouvia, enlevado”. (Lc 19,47-48)
Se Jesus não era filho de José, como era descendente de Davi?
A cantora evangélica Letícia Nunes, que sofreu acidente na manhã deste sábado, 02, segue internada em UTI, no Hospital de Americana (SP), segundo a assessoria da cantora Amanda Ferrari. Nesta manhã, a cantora Amanda Ferrari, acompanhada de seu esposo e a cantora Letícia Nunes, se envolveram em um grave acidente na Rodovia Anhanguera, no km 120, sentido capital, entre o acesso a Praia Azul, em Americana (SP) e o trevo para Nova Odessa (SP.
O acidente ocorreu quando um carro bateu contra o muro de concreto que divide a Rodovia, logo em seguida outros dois veículos colidiram atrás. Ao todo cinco ocupantes dos veículos ficaram presos nas ferragens e foram socorridos por equipes da Autoban, militares e bombeiros.
Gunna Ferrari e Amanda Ferrari passam bem.Paz amados irmãos venho pedi as orações pela vida da irmã @cantoraleticianunes que está nesse momento na unidade intensiva no hospital de Americana sp peco para que Deus faça um milagre.UTI23:41hs – Informações obtidas pelo JM Notícia sobre a cantora Letícia Nunes de Marabá- PA, aponta que a mesma teve traumatismo craniano.
Letícia sofreu um traumatismo craniano em um acidente no dia 2 de julho na Rodovia Anhanguera Letícia Sousa Nunes sofreu um traumatismo craniano e ficou 20 dias internada no Hospital Municipal de Americana A cantora gospel Letícia Sousa Nunes, de 33 anos, morreu após ficar 20 dias internada no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana. Ela sofreu um traumatismo craniano em um acidente no dia 2 de julho na Rodovia Anhangüera. O corpo está sendo encaminhado para o município de Marabá, no Pará, onde a cantora morava e deve chegar à cidade apenas amanhã. Letícia estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e morreu às 20h40 da sexta-feira Em nota, a assessoria de imprensa da cantora informou que ela estava na região para assistir ao show gospel da americanense Amanda Ferrari. No momento do acidente, as duas estavam no mesmo veículo, juntamente com o marido de Amanda. Letícia era casada e deixa uma filha. Nas redes sociais, a notícia do falecimento foi lamentada pelos fãs. “O pai quis assim, e levou Letícia para descansar. Nós que a conhecíamos sabemos o quão especial Letícia é”, trouxe a nota oficial divulgada pela assessoria da cantora.<p>Além de Letícia, outras cinco pessoas ficaram feridas no acidente, que envolveu três veículos. De acordo com informações do boletim de ocorrência, o Cruze onde a cantora estava bateu contra a traseira de um Gol. Na colisão, os dois carros rodopiaram e pararam no meio da rodovia. Nesse momento, uma caminhonete se chocou contra o Cruze Segundo o documento, os policiais militares que atenderam a ocorrência apuraram que a condutora do Gol não possuía carteira de habilitação e que o motorista do Cruze teria cochilado ao volante no momento do acidente. Nenhum dos envolvidos apresentavam sinais de embriaguez
Se você acredita no Único Deus Criador que se revela na Bíblia, não se engane pois esse engano pode custar-lhe a perdição eterna. Este assunto é muito sério, por isso dê uma chance a si mesmo, e leia como muita atenção o que a Bíblia diz: Quem são as pessoas que NÃO irão para a Vida Eterna com Deus. Em I Coríntios 6:9,10,11 “Vocês não sabem que os perversos(injustos) não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólicos(bêbados), nem caluniadores, nem trapaceiros(estelionatários)(cometem fraudes) herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no Nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” No livro de Levítico: 22;18
Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.
Nem te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão.
Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
Gálatas 5:19,20,21 “Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem (indecência); idolatria(s) e feitiçaria(s); ódio(inimizades), discórdia(rivalidades), ciúmes, ira, egoísmo(ambição egoísta), dissensões(discórdias), facções(partidarismo) e inveja; embriaguez(bebedeiras), orgias e coisas semelhantes(a estas perversidades). Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.” No livro de Efésios 5:5 “Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral(devasso), ou impuro, ou ganancioso(avarento), que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.” No livro de Apocalipse 21:8 “Mas os covardes, os incrédulos, os depravados(abomináveis), os assassinos (homicidas), os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria (bruxos e ocultistas)(feiticeiros), os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”.” Agora que você deve ter lido e relido com muita atenção, por favor veja se você se identifica com algum ou alguns tipos de pessoas apontados pelo próprio Deus, e que segundo Ele NÃO herdarão o Reino, que é a Vida Eterna ao lado Dele. Sei com toda a certeza, que você se identificou com mais de um tipo de pecado em sua vida diária, até à leitura deste texto. A má notícia quer você acredite ou não, é que: Se você não tomar algumas atitudes para mudar esta sua situação de pecador, você certamente irá passar a sua vida eterna onde Deus diz: “o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”. Imagine-se dia após dia, mês após mês, ano após ano, século após século, milênio após milênio, sem nunca ter fim, você em constante sofrimento nesse lugar horrível em eterno sofrimento. Não acredite que “rezas” feitas por pessoas aqui na terra por si, irão tirá-lo de lá, isso é uma mentira inventada pelas religiões, você não deve acreditar nelas, porque não é isso que Deus afirma na Bíblia que é a Sua Palavra. Não se desespere porque se você se reconhece um pecador, e a partir de agora deseja mudar, então vamos às boas notícias. Você enquanto vivo tem de tomar algumas atitudes para mudar o seu atual destino eterno, essas atitudes são dadas por Deus somente através da Bíblia, nenhuma religião pode lhe ensinar isso, muito menos fazer com que você alcance a salvação da sua alma, porque só Deus providenciou o único Caminho de Salvação que é por Jesus Cristo Seu Filho Unigênito. Você certamente deve estar a se perguntar: “
Os Israelitas estão aos pés do Monte Sinai, e um dos maiores pilares de sua herança eterna é lançado. Deus diz para Moisés: "E me farão um santuário, e habitarei [betochan] no meio deles." Êxodo 25:8 A construção do Mishkan, o Santuário portátil, que acompanhará os Hebreus durante a sua jornada pelo deserto, é iniciada. Ele serviria como um precursor do Beit haMikdash, a Casa Santa, o Templo que seria erguido em Jerusalém. Se o objetivo final era a construção do Templo em Jerusalém, porque Deus ordena que os Israelitas fizessem o Tabernáculo? Primeiramente, a Torá introduziu no mundo o conceito sublime da onipotência e onipresença de Deus, que pode ser encontrado e adorado em qualquer parte do mundo. E se Deus é onipresente, porque Ele necessitaria de um "endereço espiritual"? Não estariam os Hebreus limitando Deus, ao construírem uma "casa" para Sua habitação? De modo semelhante, Abravanel também questionou no seu comentário sobre o Tabernáculo: Porque Deus determinaria a construção do Santuário, se Ele não pode ser corporalmente definido, ou limitado a um local específico?
Uma das abordagens da Midrash (a Tradição Oral) afirma que a ordem para a criação do Mishkan, o Tabernáculo, foi em resposta ao pecado do עגל הזהב egel hazahav, o bezerro de ouro. O Êxodo, entretanto, traz a narrativa do Tabernáculo sete capítulos antes do episódio do bezerro de ouro. A abordagem da Midrash sobre o Tabernáculo, requer uma reorganização do texto, seguindo o princípio do Einmukdam umeuchar ba'Torah - o texto bíblico não segue, necessariamente, a ordem cronológica dos acontecimentos. Esta reordenação da narrativa, nos permite lançar nova luz sobre o simbolismo complexo do Templo e do santuário do Senhor, uma vez que o Tabernáculo não fazia parte do plano original de Deus para o seu povo. Deus não precisava de um "Santuário feito por mãos de homem". O ser humano, este sim é quem demonstrou precisar, por causa da sua imaturidade e inabilidade de se relacionar com o Criador. O povo de Israel estava já sem esperança, distanciado de Deus, após pecar adorando a um bezerro feito de ouro. O Senhor, contudo, ultrapassa essa fissura profunda no relacionamento com os filhos de Jacó, para mostrá-los o caminho de volta à casa do pai. Era necessário um intermediário. E é aqui que entra o Tabernáculo, com todas as suas simbologias do sacrifício expiatório do ungido do Senhor, trazendo uma nova oportunidade para o povo se aproximar de Deus. Se entendidos de forma própria, vemos que cada detalhe, dos rituais e utensílios do Tabernáculo traz uma mensagem de que Deus desejava ardentemente se fazer acessível ao homem, e perdoá-lo. O Senhor começa um processo de revelação ao homem, de como deveria corrigir os seus caminhos para chegar à perfeita comunhão com Ele, que futuramente levaria ao entendimento do Sacrifício eterno de Jesus.
Salomão Construiu um Lugar Santo. "E me farão um santuário [מִקְדָּ֑שׁ mikdash], e habitarei no meio deles [בְּתוֹכָֽם betochan]." Êxodo 25:8 Dois padrões linguísticos surgem, se observarmos cuidadosamente o mandamento para a construção do Mishkan, o Tabernáculo. As palavras "no meio deles" em hebraico correspondem ao termo בְּתוֹכָֽם betochan - que significa "dentro deles". E porque Deus afirmaria que "habitaria dentro deles", em paralelo com a ordem para se fazer o Tabernáculo? Ainda, na ordem para erguer o Tabernáculo, Deus usa uma palavra genérica, que não significa exatamente o termo "Tabernáculo". Tabernáculo em hebraico é Mishkan. Mas no Êxodo 25:8 o Senhor fala de um מִקְדָּ֑שׁ mikdash - que traduzido é, "um lugar santo". Porque a Torá usa este termo genérico "um lugar santo"? Este é o único texto em que o Tabernáculo não é tratado por seu nome real, "Mishkan". Acompanhando a temática bíblica, esta passagem faz muito sentido. O Êxodo diz, "e habitarei dentro deles", porque Deus não habitou no Tabernáculo e nem habitaria, mais tarde, no Beit haMikdash, o Templo de Salomão. Séculos depois, na histórica consagração do Templo em Jerusalém, שלמה מונרך , Shlomo haMelech, o Rei Salomão, deixou este entendimento muito claro: "Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa." 1 Reis 8:27, 30 Os sentimentos de Salomão foram brilhantemente antecipados pela Torá, logo no início, na ordem para edificar o Tabernáculo. O texto declara "e habitarei dentro deles", para enfatizar que o propósito do Santuário era trazer Deus para dentro da vida do Seu povo. Malbin vai ainda mais profundo em seu comentário, sobre a frase "e habitarei dentro deles", quando diz que os Israelitas foram ordenados não somente a construir um Santuário físico, mas a constituir um Santuário no interior de seus próprios corpos, de ordem espiritual, dentro de suas almas. Eles são instruídos a criar "um lugar santo", para Deus "habitar dentro deles", nas suas almas e nos seus corações. "Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo." João 2:19-21 É semelhante o entendimento da palavra genérica מִקְדָּ֑שׁ mikdash - um lugar santo. Muitos comentaristas afirmam que este termo reflete o caráter de uma obrigação eterna. O povo de Deus recebeu este mandamento para edificar um lugar santo, não apenas em um ponto da história, mas eternamente. O rabino Ohr Hachaim nos ensina que o termo mikdash, um lugar santo, traz uma lição muito bonita aos nossos corações. Alguém poderia esperar que o Santuário só se tornaria santo após a sua consagração a Deus. Entretanto, ao se referir ao Santuário, imediatamente como "um lugar santo", a Bíblia transmite a ideia verdadeira de que o Templo é santo desde o momento em que os Israelitas começam a criá-lo. Ou seja, o Templo é santo, desde o momento em que os Israelitas decidem obedecer à voz de Deus. A santidade é criada neste mundo quando o homem age em acordo com a vontade divina. Quando o homem obedece a Deus, ele imediatamente é investido da santidade, pois é santificado pelo Senhor.
"Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando." João 15:14
Segundo a Bíblia que é a Palavra de Deus, para alcançar a Vida Eterna ao lado de Deus, você precisa tomar algumas atitudes enquanto está vivo. Você precisa reconhecer que é um pecador, e que não tem a mínima hipótese de parar de pecar por si mesmo. Salmos 66:16 a 20 “Venham e ouçam, todos vocês que temem a Deus; vou contar-lhes o que Ele fez por mim. A Ele clamei com os lábios; com a língua o exaltei. Se eu acalentasse o pecado no coração, o Senhor não me ouviria; mas Deus me ouviu, deu atenção à oração que lhe dirigi. Louvado seja Deus, que não rejeitou a minha oração nem afastou de mim o Seu amor!” Você precisa de reconhecer, que os seus pecados ofendem a Deus de tal maneira, que o seu destino na eternidade, será onde Deus afirma na Bíblia no livro de Apocalipse capitulo 21 final do versículo 8: O lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte.” Quando você chega a este ponto, e reconhece que é um pecador, já deu um grande passo, porque as pessoas têm uma grande dificuldade de se reconhecerem pecadoras mediante o que Deus diz, assim inventam as desculpas mais diversas para tentarem justificar-se dos seus pecados: “Todos fazem isto.” “Antigamente isso era pecado.” “A Bíblia é uma coisa antiga, afinal estamos no século 21 e a realidade é outra.” “Têm pessoas muito piores que eu.” “Eu faço muitas coisas boas, que muitas pessoas aprovam.” “Quem não mente piedosamente por uma boa causa?” “Eu nunca matei, ou roubei, ou adulterei etc, etc....” “Eu sou uma boa pessoa, faço algumas coisas erradas mas não prejudico ninguém” “A minha consciência está tranquila.” Inventamos todos os tipos de desculpas, mas o que importa é o que Deus diz na Bíblia. Lucas 18:19 “…..respondeu Jesus. “Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus.” Romanos 3:10 a 18 “Como está escrito: “Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer”. “Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam”. “Veneno de serpentes está em seus lábios”. “Suas bocas estão cheias de maldição e amargura”. “Seus pés são ágeis para derramar sangue; ruína e desgraça marcam os seus caminhos, e não conhecem o caminho da paz.” “Aos seus olhos é inútil temer a Deus.” Isaías 64:6 “Somos como o impuro — todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniquidades nos levam para longe.” Com estas passagens da Bíblia, podemos entender o que Deus diz sobre nós e os nossos pecados, se você ainda tem dúvidas leia e releia, até reconhecer que é, quem Deus afirma que você é. Saiba que a grande maioria das pessoas, não consegue passar deste “se reconhecer pecador”, por causa das suas máscaras, dos seus orgulhos, do que os outros poderão pensar delas, elas têm um ego tão grande que param por aqui. Jesus já tinha avisado que isso iria acontecer. Marcos 8:34 a 38 “Então Ele(Jesus) chamou a multidão e os discípulos e disse: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo evangelho, a salvará. Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderia dar em troca de sua alma? Se alguém se envergonhar de Mim e das Minhas palavras nesta geração adúltera e pecadora, o Filho do homem se envergonhará dele quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos”. Mateus 7:13 a 20 “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à Vida(Eterna)! São poucos os que a encontram. “Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas? Semelhantemente, toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins. A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!” Depois de tudo isto que leu, você admite ser um pecador à luz da Palavra de Deus? Se sim, então está ir bem. Agora precisa tomar uma decisão: Se quer continuar a pecar deliberadamente e acabar na perdição eterna, ou a de querer mudar e passar a andar segundo o que Deus diz, e perseverando alcançar a Vida eterna ao lado de Dele. Não conseguimos deixar de pecar pelo nosso próprio esforço ou capacidade, precisamos sim de desejar parar de pecar deliberadamente, porque sabemos que Deus se entristece com nossos pecados. Então se pedirmos a Deus, que nos capacite para resistirmos à tentação de pecar, certamente Ele agirá em nosso favor. Fique ciente de uma coisa: Só terá efeito se pedirmos isso a Deus, com toda a sinceridade no coração, caso contrário serão palavras vazias que Deus sequer as considerará. No nosso relacionamento com Deus, Ele só ouvirá as nossas orações se estas forem totalmente sinceras, e com vontade de fazê-las, ninguém jamais conseguirá enganar a Deus! Tenha CUIDADO com os falsos profetas que ensinam diferente do que a Bíblia diz. Eles dizem que seguem os ensinos da Bíblia, e até aparentam muita sabedoria e piedade, mas na verdade eles deturpam os ensinos por vários motivos escusos, e você é quem perde a Vida eterna com Deus. Uns ensinam a pedir coisas aos “santos católicos” ou à mãe de Jesus, outros dizem que Jesus Cristo é um tipo de deus, e não é o próprio Deus, já outros dizem que os milagres e o poder de Deus não estão mais disponíveis hoje, porque só foram dados para os apóstolos.
Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar. II CRÔNICAS: 7;15
Um grande projeto coletivo se inicia no meio do deserto. Deus ordena a construção de um Santuário, o Mishkan.
Era a primeira casa de adoração na história de Israel, e serviria como memorial visível da divina Presença.
O chamado para este magnífico empreendimento, entretanto, traz uma linguagem não muito usual para aqueles dias: "Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada." Êxodo 25:1-2
Repare que a ênfase do texto está na voluntariedade que as doações devem ter, "todo o homem cujo coração se mover voluntariamente". Porque seria assim?
Tratando-se da construção de um Santuário para o Deus que havia tirado este mesmo povo da escravidão do Egito, não deveriam eles sentirem-se obrigados a fazerem estas contribuições?
E o Santuário seria o lugar onde Deus estabeleceria as suas Leis, onde o preeminente domínio da santidade se manifestaria, e sem a Lei de Deus e a santidade o povo não poderia sobreviver no deserto.
Porque então do caráter voluntário da construção do Tabernáculo, se sem ele o povo não subsistiria?
Para entendermos esta passagem, teremos que avançar quase quinhentos anos na história de Israel, quando o rei Salomão decide construir o primeiro Templo dos Judeus. Esta história é uma das mais irônicas de toda a Bíblia.
Salomão e a construção do Templo O Povo Foi Praticamente Escravizado Durante a Construção do Templo.
A Sabedoria de Salomão
Nossa impressão inicial é que שלמה Shelomo, Salomão foi de forma suprema, o rei mais sábio de todos. Ele tinha pedido sabedoria a Deus, que garantiu que a teria em abundância.
"E deu Deus a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração, como a areia que está na praia do mar." 1 Reis 4:29
Durante o reino de Salomão, Israel atingiu o seu ápice tanto economicamente quanto politicamente. A construção do Templo era do ponto de vista bíblico como a conclusão do Êxodo.
E também de forma não usual, o texto nos informa da data do projeto, não em termos do tempo de reinado de Salomão, mas especificamente ligado ao tempo em que os Israelitas saíram do Egito: "E sucedeu que no ano de quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de Zive (este é o mês segundo), começou a edificar a casa do SENHOR." 1 Reis 6:1
A referência ao Êxodo é impressionantemente proposital. Ela nos lembra da frase de Moisés, quando os Israelitas estavam prestes a entrar na Terra Prometida.
"Porque até agora não entrastes no descanso e na herança que vos dá o Senhor vosso Deus." Deuteronômio 12:9
Os comentaristas da Torá tomam esta frase como se fizesse referência a Jerusalém e ao Templo. Por isso, a construção de Salomão trouxe ao final a narrativa do Êxodo, o último capítulo de uma longa história.
Salomão Adora Deuses Estranhos
Mas ainda, não podemos deixar de notar que Salomão falhou como rei. A impressão inicial que temos do texto bíblico, é que o principal motivo de sua falha se deu em razão dele se casar com muitas esposas estrangeiras, que o levaram a mergulhar na idolatria. "Assim disse o Senhor a Salomão: Pois que houve isto em ti, que não guardaste a minha aliança e os meus estatutos que te mandei, certamente rasgarei de ti este reino, e o darei a teu servo." 1 Reis 11:11
Entretanto, se observarmos esta passagem com mais atenção, veremos que a idolatria de Salomão e a consequente divisão do reino de Israel foi mais consequência da forma como o Templo foi construído.
A edificação do Templo de Salomão, o בֵּית־הַמִּקְדָּשׁ Beit haMikdash fez demandas gigantescas ao povo, com a consequente rebelião e divisão do reino. Após a sua morte, as dez tribos do norte de Israel seguiram a Jeroboão. Isto se consolidou em um ponto crítico na história dos Judeus.
Enfraquecidos pela divisão, foi questão de tempo até que ambos reinos caíssem para impérios poderosos que circundavam o povo de Deus naquela época. Mas a questão crucial é, como Jeroboão conseguiu se rebelar juntamente com as dez tribos do norte e obter sucesso?
Golpes de estado não dão certo quando uma nação está desenvolvida e em prosperidade econômica e em paz. Israel possuía todas essas características durante o reinado de Salomão.
Como então poderia Jeroboão montar um golpe com chances reais de conseguir tomar o poder e dividir o país em dois? A resposta pode ser encontrada no impacto que a construção do Templo teve sobre a vida dos cidadãos Israelitas.
A construção do templo de salomão
"E o rei Salomão fez subir uma leva de gente dentre todo o Israel, e foi a leva de gente trinta mil homens; E os enviava ao Líbano, cada mês, dez mil por turno; um mês estavam no Líbano, e dois meses cada um em sua casa; e Adonirão estava sobre a leva de gente. Tinha também Salomão setenta mil que levavam as cargas [נֹשֵׂ֣א סַבָּ֑ל nose saval], e oitenta mil que talhavam pedras nas montanhas, Afora os chefes dos oficiais de Salomão, que estavam sobre aquela obra, três mil e trezentos, os quais davam as ordens [הָרֹדִ֣ים harodim] ao povo que fazia aquela obra." 1 Reis 5:13-16
E a Bíblia informa que foi aquele árduo trabalho que fez o povo impaciente, após a morte de Salomão: "Porque mandaram chamá-lo; veio, pois, Jeroboão e toda a congregação de Israel, e falaram a Roboão, dizendo: Teu pai agravou o nosso jugo [עֻלֵּ֑נוּ ulenú]; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai, e o pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos." 1 Reis 12:3-4
Os Anciões, que foram conselheiros de Salomão, disseram a Roboão, filho de Salomão e sucessor no trono de Davi, para que aceitasse a proposta do povo, "Se hoje fores servo deste povo, e o servires, e respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, todos os dias serão teus servos." 1 Reis 12:7
Roboão, porém, seguiu as palavras de seus jovens e impetuosos conselheiros, "se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões." 1 Reis 12:11
Deste ponto em diante, o destino de Israel como um reino unido estava selado. A divisão foi inevitável.
O Faraó Salomão?
Agora, analisando bem as palavras destes textos, principalmente como foram escritas no original hebraico, percebemos que algo estranho está se passando nas camadas mais profundas dessa passagem.
Em diversas ocasiões, vemos palavras que estão nos livros de Moisés, no contexto do Êxodo e da escravidão Egípcia.
As palavras "dura servidão", dirigidas a Roboão pelo povo e usadas para descrever o trabalho que Salomão fez recair sobre seus súditos, são as mesmas usadas no Êxodo para descrever a escravização dos Israelitas por Faraó.
A descrição dos transportadores de materiais de Salomão, נֹשֵׂ֣א סַבָּ֑ל "nosei saval", remete a quando "sendo Moisés já homem, saiu a seus irmãos, e atentou para as suas cargas [סִבְלֹתָ֑ם sivlotam] Êxodo 2:11 "Eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas [סִבְלֹ֣ת sivlot] dos egípcios" Êxodo 6:6
O povo também usa a palavra עֻלֵּ֑נוּ "ulenú", "jugo", "Teu pai agravou o nosso jugo". Este é outro termo que remete à escravidão do Egito, "Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra dos egípcios, para que não fôsseis seus escravos; e quebrei os timões do vosso jugo [עֻלְּכֶ֔ם ulekem]."Levítico 26:13
Os oficiais de Salomão são descritos como הָרֹדִ֣ים harodim, pois davam ordens ao povo. A raiz dessa palavra הָרֹדִ֣ים harodim é רָדָה radah "reinar", que está presente em Levítico 25, quando o texto fala para não escravizar o povo de Deus.
"Não te assenhorearás [תִרְדֶּ֥ה tirdeh] dele com rigor, mas do teu Deus terás temor." Levítico 25:43
Salomão construiu cidades-armazéns,"miskenot", "E a todas as cidades de provisões [מִסְכְּנוֹת֙ miskenot] que Salomão tinha" 1 Reis 9:19, a mesma palavra usada para descrever as cidades que os Israelitas construíram quando eram escravos de Faraó:
"E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. Porque edificaram a Faraó cidades-armazéns [מִסְכְּנוֹת֙ miskenot], Pitom e Ramessés." Êxodo 1:11
Assim como Faraó, Salomão tinha carros de combate, רֶ֔כֶב "rekev", e cavaleiros, פָּרָשִׁ֑ים "parashim", "Salomão tinha, e as cidades dos carros [רֶ֔כֶב rekev], e as cidades dos cavaleiros [פָּרָשִׁ֑ים parashim] 1 Reis 9:19
"E tomou seiscentos carros escolhidos, e todos os carros [רֶ֔כֶב rekev] do Egito" Êxodo 14:7
Claro que a Torá não diz explicitamente que Salomão escravizou os Israelitas, mas o texto nos dá pistas de que Salomão chegou muito perto de se tornar um Faraó Judeu.
A ironia é tremendamente esmagadora! Salomão foi o rei mais sábio que Israel já teve. O país atingiu em seu ápice em riqueza e poder. E ao menos naquele momento havia paz entre as nações vizinhas à Terra Santa.
Salomão estava envolvido com uma das mais santas tarefas - construir o Templo do Senhor, para completar o que se havia iniciado no Êxodo. Ainda assim, precisamente naquele momento, ele estava seguindo uma linha de ação que traria séculos de tragédia para o povo de Deus.
E porque?
Porque Salomão efetivamente tornou os Israelitas em uma força de trabalho obrigatória, sem opção de recusa ou de voluntariedade. Eram obrigados a trabalhar na construção do Templo.
Foram novamente transformados em uma força para trabalho laborioso - justamente do que Deus queria evitar, quando os havia libertado do labor do Egito.
E assim que percebemos essa obrigatoriedade laboriosa imposta por Salomão aos seus irmãos de nação, nós conseguimos entender o mandamento divino no que se refere a construção do Tabernáculo, objeto abordado no início do nosso estudo.
Olhai só Lírios dos Campos
"Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada." Êxodo 25:1-2
Isso se deve ao fato de que Deus não habita em construções feitas por mãos de homens, não em prédios de pedras e tijolos. Ao contrário, Deus habita nos construtores, nas mentes, nos corações e nas almas daqueles que se entregam voluntariamente a Ele.
O Templo de Salomão deveria ter sido construído a partir de doações voluntárias, assim como foi feito com o Tabernáculo. Fé sob coerção não é fé de verdade. Um Templo construído com labor obrigatório conflita com a própria natureza do Deus da liberdade.
Por um momento, Salomão se comportou como um Faraó Egípcio, e fez nascer frustração e ódio no povo, que explodiram logo após a sua morte, trazendo divisão ao reino e ao povo de Deus.
Por isso, não foi acidental a natureza do primeiro Santuário, o Tabernáculo, pequeno, frágil, portátil, mas que foi construído por meio de ofertas voluntárias, com liberdade de quem se propusesse a doar para a obra de Deus.
Deus não pode ser encontrado em construções monumentais, mas em corações livres que que queiram de entregar ao Senhor.
Muito adequadas a este tema são as palavras do nosso Mestre Jesus. Ele com maestria ilustrou esta verdade quando disse que nem Salomão em todo o seu esplendor conseguiu se vestir como um lírio do campo.
Porque os lírios exibem um beleza singela, frágil, porém gratuita, de graça, feitos pela graça de Deus, de forma voluntária, nunca obrigatória. "Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles." Mateus 6:28-29
A história da pecadora que ungiu os pés de Jesus com o puro nardo, um óleo perfumado de altíssimo valor, guardado em um vaso especial, o vaso de alabastro. O vaso de alabastro era produzido com um tipo de pedra frágil, transparente, que pode ser facilmente polida ou esculpida. Ela era muito usada para substituir o vidro. Os frascos com perfume de alabastro eram selados e descartáveis. Eram quebrados ao abrir e jogados fora quando ficavam vazios. Simão o Fariseu, Jesus e a Pecadora Jesus foi convidado por Simão, um fariseu, para comer em sua casa. Simão queria conhecer melhor a Jesus. Queria ver de perto este personagem que sua fama se espalhava por onde passava. O Mestre arrastava multidões, onde quer que fosse. Quem sabe o fariseu não se sentiria atraído pela pregação de Jesus? É certo que ele queria observar as palavras de Jesus, mais de perto.
"E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa." Lucas 7:36
Jesus aceitou o convite e foi ter com ele. O Mestre que muitas vezes reprovou os fariseus, demonstrou não ter nenhum preconceito. As conversas de Jesus nestes tipos de encontro, eram extremamente edificantes. O Mestre em todos os lugares, estava em obediência à vontade do Pai, anunciando o evangelho.
A pecadora que ungiu os pés de jesus A
Pecadora que Ungiu os Pés de Jesus com Puro Nardo.
E Jesus vinha de longas peregrinações pela palestina, estradas secas, pedregosas e empoeiradas. O Mestre entra na casa de Simão e é recebido com desconfiança e frieza. Jesus toma o seu lugar à mesa. Eles ficavam meio sentados e meio encostados. As pernas e a parte inferior do corpo ficavam estendidas sobre um sofá, enquanto a parte superior do corpo ficava ligeiramente elevada e sustentada pelo cotovelo esquerdo, que repousava sobre um almofadão. O braço direito e a mão direita ficavam livres para movimentar-se e pegar o alimento. A mesa era bastante baixa e próxima a cabeça. Os pés dos convidados ficavam fora dos sofás. A Pecadora com Vaso de Alabastro E eis que de repente entra uma mulher na sala do banquete. Logo foi reconhecida por todos como uma pecadora que vivia na região. Uma mulher imoral. Aquela de quem as pessoas comentavam, cochichavam aos ouvidos quando se aproximava. Era discriminada. Ninguém queria a sua companhia ou amizade. Ninguém queria ser visto conversando com ela, muito menos teria coragem de tocá-la, "sob o risco de ser contagiado por seus pecados"! Era o pensamento religioso da época.
"E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento;" Lucas 7:37
A pecadora trazia um vaso de alabastro, com um bálsamo suave, que desejava ungir os santos pés de Jesus, que estavam descalços porque, segundo o costume oriental, as sandálias ficavam na entrada da casa. A Pecadora Unge os Pés de Jesus com Nardo Ela, sem se importar com a reprovação dos olhares dos convidados, teve grande coragem e se aproxima de Jesus, na frente da multidão que conhecia as suas ofensas. E quando se prostra com o bálsamo puro nardo, se depara com os pés do salvador. Jesus, pés descalços, pés empoeirados, cheios de marcas dos caminhos que passara. Quanta simplicidade! Ela não resistiu ver o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, na apresentação de tão humilde servo. Um servo obediente, que estava ali sem reclamar da frieza com que fora recebido. A pecadora imediatamente, tomada de grande emoção, não pôde se conter, num soluço, derrama lágrimas sobre os pés do mestre, com água que vinha de sua alma, os começa a lavar e os enxuga com seus cabelos. "E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento." Lucas 7:38 Este choro é muito profundo! Há muita reflexão aqui. Há arrependimento de pecados. A Pecadora chorava e refletia suas ações passadas. Seu coração estava totalmente arrependido, quebrantado. Pensava em uma mudança interior. Estava disposta a uma nova prática de vida. Assim a pecadora, beijava e ungia os pés do Mestre, em uma atitude de amor, na confissão da sua incapacidade de se autojustificar, mas crendo na justificação pela fé.
"Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora." Lucas 7:39
Logo o anfitrião, dono da casa, em um excesso de farisaísmo, começa a lançar dúvidas sobre a santidade de Jesus, pois se deixava ser tocado por uma pecadora, ainda que arrependida. O Mestre lê o seu pensamento e traz uma resposta que contrasta com a ação de humildade da pecadora.
"Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinqüenta."
Lucas 7:41"E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?" Lucas 7:42
"E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais?"
Jesus com frequência comparava o pecado a uma dívida. Um denário equivalia à uma diária de um trabalhador braçal. Quinhentos denários correspondiam ao salário de um ano e meio.
A pecadora ungiu os pés de jesus com o puro nardo A Mulher Pecadora Lava os Pés de Jesus com Lágrimas
A Mulher Pecadora: Todos Pecaram O fato é que todos devem a Deus. Todos pecaram, todos estão em dívida e não têm como pagar. Assim, o que diferencia Simão o fariseu da pecadora que ungiu os pés de Jesus, são suas atitudes. O procedimento de Simão o fariseu, foi dominado pela frieza e desconfiança, pois segundo os rituais da hospitalidade, à chegada dos convidados, um dos criados e, até o próprio dono, lavava e enxugava respeitosamente os pés, mal protegidos da poeira e barro dos caminhos, pelas simples sandálias que calçavam. O anfitrião também recebia seus hóspedes com um beijo. E durante a refeição se derramava algumas gotas de óleo perfumado sobre a cabeça dos convidados.
"E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e mos enxugou com os seus cabelos." Lucas 7:44"
"Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento." Lucas 7:45-46
Simão não cumpriu estes rituais com Jesus, manifestando seu caráter soberbo. Ele como os demais fariseus, não reconhecia os seus pecados, se achava santo, cheio da sua própria justiça. Pensava que não tinha motivo para ser perdoado. Por isso, não manifestou obras de arrependimento. Sem arrependimento, seus pecados permaneciam. Já a pecadora que ungiu os pés de Jesus, não se prendeu a teoria da lei, mas teve para com o Mestre uma atitude de amor. A pecadora reconhecia seus muitos pecados. E demonstrava o amor de quem alcançou um magnífico perdão.
"Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama." Lucas 7:47
Muito mais do que a Lei é o Amor. Simão não entendia que o amor supera em muito os pecados! E quem consegue entender a grandeza do perdão recebido, se entrega totalmente ao amor de Jesus. Jesus nos passa um exemplo de humildade de beleza incomparável. Um Deus sublime, majestoso, porém humilde e acessível e que ama! O fariseu pensava que servia a um Deus que abominava e afastava o pecador e não se importava com eles. Simão não sabia amar e perdoar. Jesus porém conhecia a reputação da pecadora, todavia estava interessado em salvá-la por meio da graça de Deus. Ele não afasta o pecador arrependido, mas o transforma para fazer a sua obra. O amor de Deus salva. O amor de Deus transforma e perdoa!
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. 1 Coríntios 13:13