Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos Aliviarei tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou Manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas Almas. Mt: 11:28
135m de comprimento, 22,5m de largura e 13,5m de altura. 3 andares. Uma arca, não um navio, construída para flutuar e não para navegar.
Boeing 747SP
56,31m de comprimento e capacidade para 440 passageiros.
Õnibus
11,9m de comprimento.
Elefante
3,5m de altura.
Homem
1,80m de altura.
O Dilúvio
O dilúvio sobre a terra foi decorrência da progressão contínua da maldade do homem (Gn. 6.5), e a decisão de DEUS em destruir essa geração (v.7). O justo Noé salvou-se, juntamente com sua família (8 pessoas), atendendo à voz de DEUS para construir uma arca (símbolo de Cristo). DEUS estabeleceu, também, um concerto com Noé (Gn 9.9-17)
1) O prazo de Deus,
Foram 120 anos (Gn 6.3) de prazo para que o homem abandonasse o caminho ímpio e se voltasse para DEUS.
Noé, Sem, Cam, Jafé e esposas – Totalizando 8 pessoas
Replica da arca de Noé
O criacionista holandês Johan Huibers decidiu arregaçar as mangas e construiruma réplica da arca de Noé. Ele resolveu erigir a embarcação como uma demonstração de sua fé na verdade literal da Bíblia.
Com 150 côvados de comprimento, 30 de altura e 20 de largura (67,5 metros x 13,5 x 9,0), a arca tem três andares e é totalmente funcional. As madeiras empregadas foram o cedro e o pinho, uma vez que até hoje os teólogos não concluíram o que seria o gôfer, madeira utilizada na arca original (Gênesis 6:14).
Aberta à visitação após dois anos de construção, deixou o público boquiaberto, apesar de ter apenas metade do comprimento da original.
Huibers pretende criar um zoológico no primeiro dos três pavimentos.
As profecias bíblicas indicam que os sacrifícios de animais e as ofertas de manjares retornarão em Jerusalém e que serão celebrados na era atual e no reino messiânico. Em breve, o Terceiro Templo de Jerusalém estará erguido. O santo concerto judaico será a celebração na atualidade da lei, dos sacrifícios de animais e das ofertas de manjares. O santo concerto será celebrado durante a aliança dos sete anos ou dos 2300 dias. Livro de Daniel, capítulo 8, versículos 13, 14. A besta irá interromper a aliança dos 2300 dias e o santo concerto. Livro de Daniel, capítulo 9, versículo 27. O santo concerto possuirá a duração de 1010 dias, então, a partir daí, a besta estabelecerá seus rituais profanos no Templo de Jerusalém. Livro de Daniel, capítulo 12, versículo 11. Livro de Daniel, capítulo 11, versículo 31. Jesus Cristo destruirá a besta e estabelecerá seu reino messiânico ou milenar. O livro de Ezequiel traz informações, profecias, sobre a celebração da lei do Sinai, sobre a celebração dos sacrifícios de animais e das ofertas de manjares no reino messiânico ou milenar de Cristo. Os capítulos 40 ao 48 do livro de Ezequiel revelam profecias sobre o Terceiro Templo de Jerusalém e seus rituais no reino messiânico. O príncipe de Israel, interpretado como sendo o próprio messias, celebrará os rituais da lei do Sinai no Templo de Jerusalém. O príncipe de Israel celebrará a Páscoa judaica e seus sacrifícios e ofertas. No primeiro mês, no dia catorze do mês, tereis a Páscoa, uma festa de sete dias; pão asmo se comerá. E o príncipe no mesmo dia, por si e por todo o povo da terra, preparará um bezerro de expiação pelo pecado. E, nos sete dias da festa, preparará um holocausto ao Senhor, de sete bezerros e sete carneiros sem mancha, cada dia durante os sete dias; e o sacrifício de expiação de um bode cada dia. Também preparará uma oferta de manjares: um efa para cada bezerro, e um efa para cada carneiro, e um him de azeite para cada efa. Livro de Ezequiel capítulo 45, versículo 21 ao 24. O príncipe de Israel oferecerá holocausto e ofertas de manjares no dia de sábado. E o holocausto, que o príncipe oferecer ao Senhor, serão, no dia de sábado, seis cordeiros sem mancha e um carneiro sem mancha. E a oferta de manjares será um efa pelo carneiro; e pelo cordeiro, a oferta de manjares será o que puder dar; e de azeite um him para cada efa. Livro de Ezequiel, capítulo 46, versículos 4; 5. O príncipe de Israel oferecerá sacrifícios e ofertas de manjares na Festa da Lua Nova. Mas, no dia da lua nova, será um bezerro sem mancha, e seis cordeiros, e um carneiro; eles serão sem mancha. E preparará por oferta de manjares um efa pelo bezerro e um efa pelo carneiro, mas pelos cordeiros, conforme o que alcançar sua mão; e um him de azeite para um efa. Livro de Ezequiel, capítulo 46, versículos 6; 7. O livro de Zacarias revela uma profecia sobre o retorno dos sacrifícios de animais no reino messiânico. Após a destruição das nações inimigas de Deus, a lei do Senhor será estabelecida. E todas as panelas em Jerusalém e Judá serão consagradas ao Senhor dos Exércitos, e todos os que sacrificarem virão, e delas tomarão, e nelas cozerão; e não haverá mais cananeu na Casa do Senhor dos Exércitos, naquele dia. Livros de Zacarias, capítulo 14, versículo 21.
As Ofertas de Manjares
OFERTAS E SACRIFÍCIOS NOS TEMPOS BÍBLICOS Fonte Estudo Bíblico
A Bíblia diz que um dia Jesus voltará para levar seu povo para o Céu. Mas ninguém sabe quando o arrebatamento acontecerá. Por isso, precisamos estar prontos em todo tempo, para não sermos apanhados de surpresa. E a melhor maneira de se preparar é dedicando sua vida a Jesus. Quem ama Jesus não precisa temer o arrebatamento, porque sabe que nesse dia irá para o Céu.
Ninguém sabe exatamente quando será o fim do mundo mas podemos saber quando está perto. Na Bíblia, Jesus contou quais seriam os sinais que aconteceriam um pouco antes do fim do mundo, para ficarmos preparados.
Esses são 5 dos sinais que o fim do mundo está perto:
1. Falsos Cristos e falsos profetas
Não devemos acreditar em ninguém que diz ser Jesus. Quando Jesus vier, todos o verão em sua glória. Também devemos tomar cuidado com quem diz ser profeta. Se um profeta contradiz a Bíblia ou tenta desviar do evangelho verdadeiro, é um falso profeta, vindo para enganar
2. Guerras e desastres naturais
Quantas guerras e quantos desastres naturais acontecem! As guerras, as fomes e todos os outros desastres nos lembram que em breve Jesus voltará.
3. Perseguição a cristãos
Atualmente, em muitos países, cristãos são discriminados, presos, torturados, mortos... A mensagem de Jesus gera desconforto e a perseguição não vai acabar até Jesus voltar. Mas, no fim dos tempos, quem se manter fiel será grandemente recompensado!
4. Aumento da maldade
A natureza humana não vai melhorar com o tempo. Vai piorar. A maldade vai aumentar, muitos ficarão sem amor mas ainda há esperança. A maldade não vai vencer!
5. Pregação em todo o mundo
A perseguição não consegue nos impedir! O evangelho está sendo pregado em cada vez mais partes do mundo. Quanto mais o evangelho é proclamado, mais próximo fica a vinda de Jesus.
Veja aqui mais sinais do fim dos tempos.
Por esses sinais, sabemos que o fim do mundo está próximo. Por isso, precisamos estar preparados. Em breve Jesus vai voltar!
Ester em Persa significa “estrela”, e em hebraico significa “flor de Murta”.
“A história de Ester apresenta grande importância histórica. Se esta personagem não tivesse existido, o povo Hebreu, muito provavelmente, teria sido completamente aniquilado antes mesmo da chegada do Messias. Como consequência, a história do mundo seria outra. Felizmente, a soberania divina e a disposição de uma mulher judia uniram-se para mudar o destino de uma nação inteira”. A história se passa por volta do ano 470 a.C., em Susã , uma das capitais do império, essa capital era estadia de verão da família real. As outras capitais da Pérsia eram a Babilônia (onde se passa a história de Daniel) e Persépolis. O povo Hebreu estava sob domínio da Pérsia há mais de 120 anos. O rei Assuero e a rainha Vasti Essa parte da história está escrita com detalhes nesse artigo. Basicamente, o rei Assuero pediu para a rainha Vasti desfilar diante dos convidados e ela se recusou, então o rei ordenou que fosse escolhida outra mulher para ocupar o lugar da rainha Vasti. A nova esposa do rei
vasti e assueroPassado algum tempo, o rei, por conselho de seus sábios, resolveu convocar todas as mulheres virgens e bonitas do reino. Após uma seleção, ele iria escolher sua nova rainha. Morava naquela cidade um homem Judeu, que tinha sido trazido cativo de Israel para a cidade de Susã. O homem morava com sua prima, Hadassa (Ester na língua dos persas), uma jovem moça muito bonita que havia ficado órfã muito cedo. Mardoqueu a assumiu como filha. Ocorreu que Ester foi levada pelos guardas juntamente com outras mulheres ao palácio. Lá ela ficou sobre cuidado de Hagai, um dos eunucos responsáveis pelo trato feminino, este simpatizou muito com Ester e lhe acomodou no melhor lugar da casa das mulheres. Ester não contou a ninguém que era judia, porque Mardoqueu tinha lhe advertido a não revelar de onde viera. Passado um ano, o rei começou a chamar as moças que havia selecionado. Por fim, Ester foi chamada à presença do rei. “E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti”. (Ester 2:17) O atentado contra a vida de Assuero Mardoqueu sempre vinha visitar Ester, ficava esperando por ele na porta do palácio. Certo dia, ouviu dois servos que trabalhavam no palácio, indignados, tramando tirar a vida do rei Assuero. Mardoqueu relatou tudo isso para Ester que por fim contou a Assuero. Desmascarada a trama, os dois servos foram enforcados e o episódio foi escrito no livro de anotações reais. Hamã e Mardoqueu
honra de hamaO rei Assuero decidiu honrar um homem que morava em seu palácio chamado Hamã, este era Agagita. O rei ordenou que todos se prostrassem na presença de Hamã. Mas Mardoqueu descumpria essa ordem e não se dobrava aos pés de Hamã, porque era judeu e se mantinha fiel a Deus. Alguns empregados do palácio contaram isso a Hamã e ele ficou muito irritado. Sua raiva não foi apenas contra Mardoqueu mas contra todos os judeus que viviam entre os persas. Hamã foi falar com o rei para conseguir o seu favor contra os judeus e disse-lhe: “Existe espalhado e dividido entre os povos em todas as províncias do teu reino um povo, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos, e que não cumpre as leis do rei; por isso não convém ao rei deixá-lo ficar. Se bem parecer ao rei, decrete-se que os matem; e eu porei nas mãos dos que fizerem a obra dez mil talentos de prata, para que entrem nos tesouros do rei“. (Ester 3:8) O rei atendeu o pedido de Hamã e enviou um decreto alertando a todos os povos que viviam em Susã que os judeus deveriam ser mortos, tanto mulheres como crianças e velhos, no dia 13 do mês de Adar. Os judeus não poderiam se defender, nem fugir. Os Agagitas são o mesmo povo que Israel guerreou na época de Saul. Deus havia ordenado que Saul destruísse completamente todas as pessoas do povo, mas Saul não obedeceu (ver I Samuel 15) O luto do povo e a resposta de Ester Quando Mardoqueu ficou sabendo do decreto do rei ele rasgou as suas vestes e se vestiu de pano e cinzas. Essa prática era tradição entre os judeus para expressar tristeza. Mardoqueu se dirigiu a entrada do palácio e lá pranteou a situação de seu povo. A rainha Ester ao saber disso, enviou roupas para cobrir seu tio, mas ele não as aceitou. Um dos servos de Ester lhe contou tudo o que havia acontecido no reino, e o decreto que o rei havia proposto contra os judeus. Ester enviou um de seus servos para dizer a Mardoqueu: – Não há nada que eu possa fazer. Você sabe, qualquer um que se apresentar diante do rei sem ser chamado é morto. E eu não fui mais chamada, não tenho mais acesso ao rei. Então Mardoqueu disse a Ester: Não imagines no teu íntimo que, por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? (Ester 4: 13-14) Ester respondeu: Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se morrer, morri. (Ester 4:16) Então Mardoqueu falou a todo povo conforme Ester lhe pediu. O convite de Ester Ester vestiu suas melhores roupas e entrou no pátio interno do palácio do rei. Ao avistá-la, o rei se agradou de Ester e estendeu o cetro de ouro para ela, o que simbolizava que ela não seria morta se chegasse perto dele. – O que você quer minha rainha? Você sabe que eu te daria até metade do meu reino! – falou Assuero – Obrigada meu rei, mas apenas peço que você e Hamã compareçam ao banquete que eu vou preparar. O rei concordou. Ele e Hamã foram ao banquete e estando os dois sentados a mesa Ester ainda fez mais um pedido: – Meu rei, venha você e Hamã novamente a um banquete que vou preparar amanhã e lá eu lhe farei um pedido especial. Hamã saiu do banquete muito alegre, se sentia honrado por ter sido convidado por Ester. Quando saia do palácio cruzou com Hamã na porta de entrada do palácio, ao observar que ele não se curvou ficou muito brabo, mas se conteve e foi para casa. Chegando em casa, convidou seus amigos e sua mulher para uma festa e durante a festa se gabava contando aos convidados sobre suas riquezas e sobre a honra que o rei lhe concedera. – Contudo tudo isso não me satisfaz, enquanto eu não vir aquele judeu Mardoque se curvar diante de mim – disse Hamã. Então a mulher de Hamã e seus amigos lhe deram o seguinte conselho: Faça-se uma forca de cinquenta côvados de altura, e amanhã dize ao rei que nela seja enforcado Mardoqueu; e então entra alegre com o rei ao banquete. (Ester 5:14) Esse conselho agradou muito a Hamã, tanto que decidiu pô-lo em prática. A insônia do rei
insonia do reiO rei Assuero, naquela noite, perdeu o sono e mandou que lhe trouxessem o livro de registro de crônicas, onde ficava escrito tudo o que acontecia no palácio. Os seus servos leram sobre a denuncia que Mardoqueu fizera e sobre a trama de assassinato de dois camareiros. O rei perguntou: – Que recompensa foi dada a esse homem que salvou minha vida? – Nada foi feito – responderam os servos. Nessa mesma hora entrou Hamã decidido a pedir que o rei enforcasse a Mardoqueu. – Que se fará com o homem a quem o rei deseja honrar, Hamã? – imediatamente perguntou ao rei ao vê-lo. Hamã supôs em sua mente que esse homem fosse ele mesmo, então respondeu: – Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça. E entregue-se a veste e o cavalo à mão de um dos príncipes mais nobres do rei, e vistam delas aquele homem a quem o rei deseja honrar; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar! (Ester 6:8,9) Ótima ideia! Faça exatamente isso a Mardoqueu! Pois ele salvou a minha vida e eu não lhe retribui. Então Hamã cumpriu a ordem do rei e fez exatamente tudo quando sugeriu. Andou com Mardoqueu montado em um cavalo anunciando “Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar” Voltou para casa extremamente entristecido e contou tudo a sua mulher que lhe disse: “Visto que Mardoqueu, diante de quem começou a sua queda, é de origem judaica, você não terá condições de enfrentá-lo. Sem dúvida, você ficará arruinado!” Ester 6:13 Nesse momento os servos do rei vieram buscar Hamã para o jantar de Ester. A petição de Ester
Ester pedindo ao rei assuero O rei Assuero e Hamã estavam reunidos com Ester a mesa. E o rei mais uma vez perguntou o que está queria lhe pedir. Ester respondeu: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu desejo. Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e aniquilarem de vez; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não poderia ter compensado a perda do rei. (Ester 7:3-5) E Assuero respondeu a Ester: – Minha rainha, quem é este homem que planejou fazer essas coisas que você está dizendo? – Este homem mau e opressor é Hamã. Quando ouviu isso, o rei saiu esbravejando para o pátio interno do palácio e Hamã se jogou aos pés de Ester para implorar por sua vida. Quando o rei voltou Hamã estava deitado aos pés da cama de Ester. – Você também quer forçar a minha esposa na minha frente? – falou Assuero muito irritado. Tendo dito isso, o rosto de Hamã foi coberto. Um dos camareiros do palácio disse: – Este homem Hamã construiu uma forca, para enforcar o judeu Mardoqueu, o mesmo que livrou o senhor de ser morto. – Enforcai-o nela, decretou Assuero. Enforcaram Hamã na forca que ele havia preparado para Mardoqueu e assim o rei ficou mais calmo. Ester e Mardoqueu são honrados
mardoqueu e ester honradosApós estas coisas o rei deu a Ester a casa de Hamã e deu a Mardoqueu o seu anel real que antes pertencia a Hamã. Ester ainda se lançou aos pés do rei e chorou e implorou por seu povo. Porque o decreto contra eles ainda vigorava e seria cumprido dentro de algum tempo. Ester pediu para que o decreto fosse revogado, mas o rei respondeu: “Escrevei, pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos, em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque o documento que se escreve em nome do rei, e que se sela com o anel do rei, não se pode revogar”. (Ester 8:8) Ester e Mardoqueu escreveram um outro decreto que convocava todos os judeus de todas as províncias a se defenderem e lutarem por suas vidas contra todos que tentassem atacá-los. E para os judeus houve luz, e alegria, e gozo, e honra. (Ester 9:16) Por onde era anunciado o novo decreto os judeus se alegravam e faziam festa. Muitos dentro os povos que moravam perto se fizeram judeus porque tiveram temor. A vingança dos judeus Chegou o dia marcado para o extermínio dos judeus, conforme Hamã havia decretado anteriormente. Mas nesse dia, ao invés de serem massacrados, os judeus se vingaram de todos os povos que os odiavam. Os 10 filhos de Hamã foram todos mortos. A festa de Purim
festa do purimDepois desses acontecimentos os judeus começaram a comemorar a festa de Purim. Purim significa sorte e faz uma alusão a maneira como Hamã escolheu a data do massacre dos judeus (lançando sorte). Essa festa é um comemoração ao livramento divido, nesse dia os judeus costumam recitam o livro de Ester publicamente, por duas vezes e distribuem dinheiro aos mais necessitados. Estudo Sobre Ester
Jezabel foi a esposa do rei Acabe, rei de Israel. Ela foi uma rainha muito ruim, que promoveu a idolatria e matou muitos profetas. Jezabel foi condenada por Elias e outros profetas. Jezabel era uma princesa, filha de Etbaal, rei dos sidônios. Ela convenceu seu marido Acabe a adorar o deus Baal e foi responsável por promover o culto de deuses pagãos em Israel (1 Reis 21:25-26). Jezabel sustentava 850 profetas dos deuses Baal e Aserá. Esses profetas faziam rituais detestáveis, provocando a ira de Deus (1 Reis 18:18-19). Jezabel também tentou destruir quem era fiel a Deus. Ela mandou matar todos os profetas de Deus e poucos sobreviveram (1 Reis 18:4). Os profetas de Deus condenaram Jezabel por sua maldade e idolatria. Jezabel não tinha escrúpulos. Quando um homem chamado Nabote se recusou a vender sua vinha a Acabe, o rei ficou amuado na cama. Então Jezabel tomou a iniciativa e conspirou para matar Nabote. Ela mandou acusar Nabote falsamente de amaldiçoar a Deus e ao rei e ele foi apedrejado. Depois da morte de Nabote, Acabe tomou sua vinha (1 Reis 21:15-16). A morte de Jezabel Elias profetizou contra Jezabel, por causa do que fez com Nabote. Ele avisou que Jezabel teria uma morte sangrenta e que os cachorros iriam comer seu cadáver (1 Reis 21:23). Depois da morte de Acabe, um homem chamado Jeú se rebelou e matou o rei Jorão, filho de Jezabel. Quando Jeú chegou ao palácio, Jezabel o desafiou. Por ordem de Jeú, alguns oficiais pegaram em Jezabel e a atiraram da janela e Jeú a atropelou com seus cavalos (2 Reis 9:30-33). Jeú entrou no palácio e comeu, depois deu ordem para sepultar Jezabel. Mas quando foram sepultá-la, só encontraram seu crânio, seus pés e suas mãos (2 Reis 9:34-35). Os cachorros tinham comido tudo o resto. A profecia de Elias foi cumprida. Jezabel morreu por ser cruel e idólatra. Ela tinha muita iniciativa mas usou seus talentos de forma errada. Jezabel não se preocupava com o que é certo e errado. Ela manipulou e matou para conseguir o que queria. Era egoísta e não temia a Deus. Jezabel no Novo Testamento Jezabel se tornou símbolo de crueldade, egoísmo e manipulação. Apocalipse 2:20-23 condena uma mulher chamada Jezabel, que dizia ser profetiza e que promovia a idolatria e a imoralidade sexual. Jezabel provavelmente não era o nome verdadeiro dela mas ela tinha as caraterísticas de Jezabel. Quando as pessoas falam de “espírito de Jezabel”, significa alguém que manipula para conseguir o que quer. Essa pessoa ensina coisas erradas e desvia pessoas do evangelho, promovendo o pecado. É uma pessoa perigosa e destrutiva. Provavelmente está debaixo da influência de um demônio.
Acabe foi um rei de Israel, marido de Jezabel, que foi condenado por sua idolatria e suas más ações. Acabe cometeu muitos pecados e deixou sua esposa cometer atrocidades em Israel. O profeta Elias viveu no tempo do rei Acabe. Acabe era um rei poderoso e próspero, que fez várias grandes obras de construção. Mas ele fez o que Deus reprova e promoveu a idolatria em Israel. Influenciado por sua esposa, Acabe passou a adorar o deus Baal. A Bíblia diz que ele foi pior que todos os reis de Israel que vieram antes dele! - 1 Reis 16:32-33 Por causa do pecado de Acabe, Elias profetizou que não iria chover. Depois de três anos de seca, Elias confrontou Acabe por seu pecado e matou todos os sacerdotes idólatras do país. Acabe voltou para casa e contou o que tinha acontecido a Jezabel, que jurou matar Elias (1 Reis 19:1-2). Mais tarde, o rei da Síria atacou Israel. Acabe tentou fazer um acordo de paz mas as exigências do rei da Síria eram muito grandes. Então um profeta anunciou a Acabe que Deus iria derrotar o exército sírio. Acabe obedeceu às ordens de Deus, que recebeu do profeta, e derrotou o rei da Síria em duas grandes batalhas. Acabe capturou o rei da Síria mas deixou-o viver e fez um tratado de paz com ele. Então um profeta condenou Acabe, porque o rei da Síria era ruim e merecia a morte. Acabe ficou muito irritado por causa dessa mensagem (1 Reis 20:42-43). A vinha de Nabote Algum tempo depois, Acabe tentou comprar a vinha de um homem chamado Nabote. A vinha ficava junto do palácio do rei e ele queria usá-lo como uma horta. Mas Nabote se recusou a vender a herança que tinha recebido de seus pais. Acabe amuou, se deitou na cama e se recusou a comer. Jezabel repreendeu Acabe por sua atitude infantil e engendrou a morte de Nabote (1 Reis 21:7). Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, ele tomou posse da vinha, sem remorsos. Por causa da atitude cruel e egoísta de Acabe, Elias profetizou que ele e todos os homens de sua família iriam ser mortos e os cachorros iriam lamber seu sangue no lugar onde lamberam o sangue de Nabote (1 Reis 21:19-21). Quando Acabe ouviu isso, ele jejuou e passou a viver com humildade. Por isso, Deus não destruiu sua família durante seu reinado. A morte de Acabe Depois de três anos de paz, Acabe decidiu se juntar ao rei de Judá para atacar a Síria. Antes de ir para a batalha, os dois reis consultaram os profetas, que lhes garantiram que iriam vencer. Mas o rei de Judá queria outra opinião. Acabe então mandou chamar um profeta chamado Micaías, embora não gostasse dele, porque nunca profetizava nada de bom sobre Acabe (1 reis 22:8). De início, Micaías disse que iriam ser vitoriosos mas o rei insistiu que não mentisse. Então Micaías revelou que era uma armadilha, porque Deus queria que Acabe morresse. Zangado, Acabe mandou prender Micaías até que ele voltasse da batalha (1 Reis 22:26-27). Acabe foi para a batalha disfarçado mas uma seta atirada por acaso o atingiu e ele morreu com o ferimento. Os cachorros lamberam seu sangue no lugar onde Nabote tinha morrido, tal como Elias tinha profetizado (1 Reis 22:37-38). Mais tarde, toda sua família foi exterminada, por causa de seus pecados.
No capítulo 5 do Apocalipse, João descreve a cena em que Jesus toma o livro selado da mão de Deus sob uma aclamação nunca antes vista no Universo. Neste, vamos vê-Lo abrir os selos, um por um. O capítulo 6 trata dos seis primeiros selos, o sétimo será explorado no capítulo 8 de Apocalipse. Ao invés de palavras ditadas por Jesus, João agora visualiza cenas. Assim, como em outros capítulos, a simbologia é bastante utilizada. É importante citar que a seqüência profética e simbólica dos sete selos relaciona-se com o mesmo terreno coberto pela profecia das sete igrejas, mas dando ênfase a outros eventos.
As profecias do Apocalipse não são sucessivas, mas repetitivas; isto é, elas são reafirmadas cobrindo os mesmos períodos de tempo. Os sete selos, por exemplo, e as sete trombetas cobrem o mesmo período das sete igrejas.
O princípio de interpretação profética destacado pelo próprio Senhor Jesus é que somente quando a profecia encontra o seu cumprimento é que pode ser plenamente compreendida. Três vezes Jesus disse isso no cenáculo: “Eis que vos tenho dito antes que aconteça, para que quando acontecer possais crer” (Jo 14:29,Jo 13:19Jo 16:4).
O propósito do cumprimento das profecias é fortalecer nossa fé.
Os quatro cavalos e suas diferentes cores – conforme descrito nos quatro primeiros selos – representam as quatro primeiras fases da igreja cristã (Éfeso, Esmirna, Pérgamo e Tiatira).
Os quatros cavaleiros do Apocalipse O primeiro selo (Ante cristo)
Apocalipse 6:1 “Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer, como se fosse voz de trovão: Vem!”
Apocalipse 6:2 “Olhei, e vi um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer.”
O cavalo branco simboliza pureza e vitória. Cristo é o cavaleiro.
Nos dias em que o Apocalipse foi escrito, o cavalo era o meio mais rápido de comunicação (como o e-mail, hoje). Além disso, a cavalaria era a principal arma de guerra. Cavalo, portanto, é símbolo do poder e da rapidez necessários à pregação do evangelho; tarefa incumbida ao povo de Deus. A cor branca era símbolo de vitória sobre o inimigo.
A mesma figura é aplicada na profecia que menciona a segunda vinda triunfal de Cristo, que o apresenta vindo à Terra vestido de branco e cavalgando um cavalo branco.
O cavalo de cor branca é uma alusão aos triunfos da igreja apostólica, no período de 34 a 100 d.C. A igreja cristã era pura na doutrina porque foi conduzida diretamente por Cristo. O arco que o cavaleiro trazia, nos dias antigos, era uma arma de ataque; um poderoso instrumento de guerra. A grande munição dos exércitos daquele tempo eram as flechas.
Ao sair para a batalha, o cavaleiro recebe uma coroa. Enquanto os vencedores deste mundo recebem a coroa somente após a vitória, Cristo, o cavaleiro do primeiro selo, recebe a coroa antecipadamente, como evidência segura de Sua vitória.
O segundo selo (Guerra)
Apocalipse 6:3 “Quando o Cordeiro abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!”
Apocalipse 6:4 “Então saiu outro cavalo, vermelho. Ao seu cavaleiro foi dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros. Também lhe foi dada uma grande espada.”
O cavalo vermelho simboliza sangue, corrupção e pecado. O cavaleiro representa o Império Romano pagão.
O segundo selo apresenta a igreja em estado de corrupção. A cor vermelha, em se tratando de vida espiritual, simboliza o pecado. “Ainda que os vossos pecados sejam vermelhos como o carmesim…” (Is 1:18).
A igreja incorporou doutrinas pagãs e abandonou a pureza da verdade. Este período do segundo selo, de corrupção dos princípios básicos da igreja, estendeu-se do ano 100 ao ano 313 d.C.
Milhões morreram quando o Império Romano tentou varrer o cristianismo da face da terra. A perseguição contra cristãos foi seguida de muitas mortes, porém, por causa do sangue de muitos mártires, o cristianismo crescia a cada dia.
Os cristãos primitivos não tinham liberdade como nós hoje de ir às igrejas prestar culto a Deus. Ser cristão era um crime punido com a morte. Conta-se que no Concílio de Nicéia, em 325 d.C., quase todas as pessoas presentes apresentavam algum tipo de mutilação, resultado da perseguição. O tempo do cavalo vermelho foi o tempo em que os pagãos perseguiram os cristãos.
O terceiro selo (Morte)
Apocalipse 6:5 “Quando o Cordeiro abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! Olhei, e vi um cavalo preto. O seu cavaleiro tinha uma balança na mão.”
Apocalipse 6:6 “E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário, e não danifiques o azeite e o vinho.”
O cavalo preto simboliza luto e trevas espirituais. O cavaleiro representa a figura do Imperador Romano.
O cristianismo já não era mais ilícito, mas popular. As pessoas eram incentivadas a tornarem-se cristãs. Mas o cristianismo já não era mais puro. Não era mais branco. Era tão corrupto que foi representado por um cavalo preto. As doutrinas pagãs tomaram o lugar das doutrinas verdadeiras e puras da igreja primitiva.
Foi durante esse período que a igreja começou a dominar o Estado ou o governo (313 a 538 d.C.). A partir daí não eram mais os pagãos que perseguiam os cristãos. Eram os cristãos que passaram a perseguir os pagãos.
A balança é o símbolo da justiça. A utilização desse símbolo demonstra que a Igreja e o Estado estariam unidos para exercer a autoridade judicial. Isso foi verdade entre os imperadores romanos desde Constantino até Justiniano, quando ele entregou a mesma autoridade judicial ao bispo de Roma.
Nesta visão, João viu uma balança na mão do cavaleiro. “Uma medida de trigo por um denário; e três medidas de cevada por um denário.” Deus havia ordenado que o pão da vida devia ser de graça. Mas agora estava sendo vendido. A religião tornou-se um negócio.
O trigo representa a pura verdade do evangelho de Cristo, enquanto a cevada que não é tão pura assim, as tradições e erros que penetraram na igreja. Em razão de sua escassez, o trigo era vendido por valor maior do que a cevada. Três medidas de cevada eram vendidas pelo mesmo preço de uma medida de trigo.
E até hoje esse estado de coisas perdura no chamado cristianismo nominal. Aquele que apresenta ao mundo, evidentemente, mais “cevada” do que “trigo”, ou seja, mais erros tradicionais do que verdades fundamentais.
Nas Escrituras Sagradas o azeite é símbolo do Espírito Santo, enquanto o vinho representa o sangue de Cristo. A ordem “Não danifiques o azeite e o vinho” reclama que não se pode invocar o nome de Cristo e do Espírito Santo quando se prega o erro e a “tradição dos homens” em lugar da verdade de Deus.
O quarto selo (Fome)
Apocalipse 6:7 “Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente, que dizia: Vem!”
Apocalipse 6:8 “Olhei, e vi um cavalo amarelo. O seu cavaleiro chamava-se Morte, e o Inferno o seguia. Foi-lhes dado poder sobre a quarta parte da terra para matar com a espada, com a fome, com a peste e com as feras da terra.”
O cavalo amarelo simboliza a morte. O cavaleiro é representado pelo Papado.
Na verdade, a palavra grega que designa a cor deste cavalo é chloros, que é um esverdeado pálido. A cor da morte.
Foi durante os 1.260 anos da perseguição que os templos pagãos viraram igrejas cristãs. Mas o povo verdadeiro de Deus teve que fugir para as montanhas a fim de adorar o seu Deus.
Não eram mais pagãos perseguindo cristãos. Não eram mais cristãos perseguindo pagãos. Agora eram cristãos perseguindo e matando outros cristãos. A Roma cristã não crucificava pessoas como a Roma pagã fazia. A Roma cristã as queimava vivas. A Roma pagã torturava criminosos por roubarem, mas a Roma cristã torturava cristãos por lerem a Bíblia.
No período do quarto selo, que foi de 538 a 1517 d.C., foi dado ao cavaleiro que monta o cavalo amarelo ou tem as rédeas da igreja em suas mãos o nome de “Morte”. É uma prova real da carnificina que foi a Inquisição. O papado efetuou grande chacina e levou multidões à sepultura. Inferno, ou “hades”, designa o lugar dos mortos ou sepultura.
O quinto selo Apocalipse 6:9: “Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.”
Apocalipse 6:10: “E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?”
Apocalipse 6:11: “E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem ainda por pouco tempo, até que se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos, como também eles foram.”
O quinto selo é uma sucessão do quarto e estende-se do período que vai do ano 1517 a 1755. No quarto selo vimos os terríveis extermínios do papado contra o povo de Deus. O quinto selo nos mostra o quadro das testemunhas de Deus e de Seus filhos mortos pela espada papal.
Para entender o que significam as almas debaixo do altar é preciso considerar quatro questões:
1. O que significa o termo “alma”?
A palavra “alma”, do nosso texto, vem do grego psyche e é mencionada 103 vezes no Novo Testamento. Psyche é traduzido em inúmeras passagens por “pessoa”. Por exemplo, referindo-se aos convertidos no Pentecostes, é dito que “naquele dia agregaram-se quase três mil almas” [psyche] (At 2:41). Fica claro que João teve a visão das próprias pessoas dos mártires das perseguições papais do quarto selo, e não supostas almas desencarnadas.
2. Existe algum altar de sacrifícios no Céu?
Por outro lado, no Céu não existe um altar para sacrifícios. Por isso, a declaração de João de que viu “debaixo do altar as almas dos que foram mortos” no período da perseguição papal deve ser entendida como uma afirmativa de que eles estão debaixo da terra, ou em seus sepulcros.
3. Pode haver espírito de vingança no Céu?
Não podemos imaginar que o espírito de vingança pudesse dominar de tal maneira as mentes das almas no Céu a ponto de fazer com que, a despeito da alegria e da glória do Céu, elas não ficassem satisfeitas enquanto não vissem a vingança praticada contra os seus inimigos. Há lugar para ódio no coração dos habitantes do Céu? Não, nunca. Jamais.
4. Por que essas almas estariam clamando por vingança?
Se a idéia popular que coloca essas almas no Céu fosse verdade, seus perseguidores estariam queimando num suposto inferno. Por que essas almas estariam clamando por vingança? Que vingança maior poderiam querer?
O sangue clama por vingança é a mesma expressão usada no livro de Gênesis. O sangue de Abel clama por vingança (Gn 4:9, 10).
O clamor figurado dos milhões e milhões de mártires do quarto selo longe está de afirmar que eles estejam no Céu. É apenas um alerta de que Deus punirá, no tempo certo, os Seus inimigos. O que João viu – numa visão simbólica – foi o clamor de justiça que será satisfeito no devido tempo. “A voz do sangue do teu irmão clama a Mim desde a Terra” (Gn 4:10). E, por acaso, sangue tem voz? É evidente que se trata de uma linguagem figurada.
As vestes brancas comprovam o caráter daqueles que foram covardemente martirizados, não porque fossem criminosos, mas “por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram”.
A frase “repouso por pouco tempo” é outra evidência de que não poderiam estar no Céu, mas em seus sepulcros onde deveriam permanecer mais um pouco. O sexto selo Apocalipse 6:12: “Olhei enquanto ele abria o sexto selo. Houve um grande terremoto. O sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue.”
Apocalipse 6:13: “As estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.”
Apocalipse 6:14: “O céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola, e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.”
Apocalipse 6:15: “Os reis da terra, os grandes, os chefes militares, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes,”
Apocalipse 6:16: “e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro!”
Apocalipse 6:17: “Pois é vindo o grande dia da ira deles, e quem poderá subsistir?”
João visualiza a abertura do sexto selo, onde estão descritos os sinais da iminente volta de Jesus. A linguagem que antes era simbólica passa a ser literal. Os escritores do Antigo Testamento, e o próprio Cristo, falaram muitas vezes de grandes sinais no universo físico, no Sol, na Lua, nas estrelas e na Terra. Esses sinais seriam indicações especiais da volta de nosso Senhor.
No século 18, em 1º de novembro de 1755, na cidade de Lisboa, Portugal, ocorreu o maior terremoto de toda história. A maior parte da cidade foi destruída em apenas seis minutos. O sismo abalou outras cidades da Europa e da África.
O dia escuro ocorreu no dia 19 de maio de 1780, principalmente na cidade de Connecticut.
Na noite seguinte ao dia escuro, a Lua se mostrou vermelha como sangue.
Na noite de 12 de novembro de 1833, uma tempestade de estrelas cadentes irrompeu sobre a Terra. A América do Norte recebeu o maior impacto desse chuveiro de estrelas.
De acordo com a profecia descrita em Apocalipse 6, estamos vivendo entre os versos 13 e 14. Os eventos do verso 13 já ocorreram. Os próximos acontecimentos no programa de Deus estão descritos no verso 14. O Céu se retira como um rolo. Cada montanha e ilha serão removidas.
João descreve que haverá um tempo em que as pessoas irão correr e se esconder da ira de Deus. Numa grande reunião irão desejar que montes e vales caiam sobre eles, pois não conseguirão encarar a face do Senhor. Essas pessoas são todos aqueles que, infelizmente, não dedicaram a vida a Deus. Não reconheceram Jesus como Salvador, Senhor e Advogado e recusaram todas as ofertas de salvação. Mas ainda há tempo! É preciso tomar uma decisão – a escolha deve ser imediata.